Atualizando o Grub no Mageia.

Atualização automática Grub.

Se após uma instalação Mageia em dual boot, este inicie normalmente mas por algum motivo não conseguir iniciar o outro Sistema, então deve-se reinstalar o grub2:

Abra um console no Mageia com direitos de root e digite:

[root@computer ~]# grub2-install
[root@computer ~]# _

e reiniciar para verificar se cada sistema operacional está começando.

Atualização manualmente Grub.

Se depois de uma instalação Mageia em dual boot com o Windows, o Mageia dá o boot, mas o Windows não, você pode atualizar manualmente a partir Grub Mageia.
Em um console, com direitos de administrador, digite o comando:

[root@computer ~]# ll /dev/disk/by-uuidd
[root@computer ~]# _

e anote o UUID para o ESP (sda2 na imagem abaixo).

UUID

Em seguida, execute o comando:

root@computer ~]# vim /boot/grub2/custom.cfg
[root@computer ~]# _

Você pode preferir qualquer outro editor de texto do que “vi”. O importante é copiar as sete linhas que você pode ver no screenshot abaixo. Tome cuidado para substituir o uuid ESP (em vermelho) por conta própria).

UUID1

Segue aqui ajudar para digitar no “vi”.

Alguma ajuda para vim? Digite nesta ordem:

  • i -> modo de inserção
  • teclas de seta -> para mover no texto
  • inserir o texto
  • esc -> final do modo de inserção
  •  : -> Modo de comando, aparece na parte inferior da tela
  • wq -> salvar e sair (! ou q para sair sem salvar)

Até a próxima!

Instalação Dual Boot Mageia+Windows 8+UEFI

Esta seção se adequa ao caso muito comum, onde um computador é distribuído com o Windows 8.x instalado no disco inteiro. Há duas opções:

  • Usando o espaço livre em uma partição Microsoft Windows

É a maneira automática, o instalador detecta e monta o ESP, libera espaço e cria /, /home e de swap sem pedir qualquer pergunta.

  • Particionamento de disco personalizado

É a maneira manual, você tem que criar /, /home, swap e ainda mais, se quiser, definir o seu tamanho, e montá-los além do ESP que também é preciso montar. Com esta opção você também pode decidir para redimensionar a partição do Windows com ele mesmo ou um software de terceiros Windows antes de iniciar a instalação Mageia.

Preliminares

  • Secure boot (Inicialização Segura) deve ser desativado. Isso pode ser feito no firmware set-up.
  • Rápido Startup (Fastboot) deve ser desativado. abra o Painel de Controle (ícones visualizar), e clique no Opções de energia ícone, em seguida, clique em Escolher o que os botões de energia, Alterar configurações não disponíveis no momento e desmarcar Ligue inicialização rápida sob as configurações de desligamento.
  • Desfragmentar a partição do Microsoft Windows.
  • Confira se há pelo menos 30 GB de espaço livre na partição do Windows.
  • Faça backup dos dados importantes.

Usando o espaço livre em uma partição Microsoft Windows.

As primeiras telas são, como de costume, em seguida, um aviso diz o instalador encontrou uma partição do Windows e está computando seu tamanho

1

Sob a opção “Usar o espaço livre em uma partição Microsoft Windows” você pode ver o tamanho do instalador sugere para liberar para Mageia (11 GB no screenshot) e o restante para Windows (115 GB no screenhot) . Podemos ampliar o tamanho previsto para Mageia:

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Mova o cursor do mouse sobre a interface entre a luz azul do Windows partição ea partição azul escuro Mageia, aparece uma seta dupla. Veja o círculo vermelho na captura de tela abaixo.

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À esquerda, clique e segure o mouse enquanto se move em direção a sua mão esquerda / direita para ampliar / reduzir a partição Mageia. Tenha em mente que o tamanho definido (36 GB na captura de tela) é para toda a Mageia (/, /home, e de swap). Clique no botão Next quando terminar.

4_2

Um aviso de segurança.

5_2

E outro para o Windows diz que vai lançar uma verificação automática e reinicie a próxima vez que você vai iniciá-lo (se houver).

6_2

Clique em OK e a instalação vai continuar de forma semelhante a uma instalação em modo legado.

Particionamento de disco personalizado.

Use esta opção se você quiser um controle total da instalação. Por exemplo, para criar mais partições do que apenas os três tradicional, ou se você quiser uma instalação parcialmente utilizando o espaço livre, usando parcialmente as partições existentes e parcialmente utilizando o espaço livre em uma partição Microsoft Windows.

Aqui está um exemplo onde queremos instalar Mageia em quatro partições (/, /usr, /home e de swap) em um disco que tem algum espaço livre, uma partição não usada e uma partição Microsoft Windows. Na fase de partição, escolha “particionamento de disco personalizado“.

7_1

Estamos indo para instalar /home no espaço livre. Selecione-o e clique no botão “Criar

8_1

Por padrão, o sistema define o tamanho em 1884 MB, nós vamos aumentá-la ao máximo com o controle deslizante “Tamanho em MB”. Nós também definir o “tipo de sistema de arquivos” para ext4 e o “Ponto de montagem” para /home usando as listas drop-down. Clique no botão “OK“.

EFI-duowin-custom003_1

Podemos ver /home está pronto. Vamos agora usar a partição sda8 existente para /. Esta partição é formatado NTFS, não é o tipo certo. Para alterá-lo, clique no botão “Alternar para o modo expert” …

EFI-duowin-custom004_1

… E, em seguida, no botão “Type“.

EFI-duowin-custom005_1

Selecione o tipo ext4.

EFI-duowin-custom006_1

Você é avisado que você vai perder todos os seus dados nesta partição.

EFI-duowin-custom007_1

Em seguida, use o botão “Ponto de montagem” para defini-la como /. Podemos verificar nessa screenshot que a partição é do tipo ext4 (em vermelho) e montado em /.

EFI-duowin-custom008_1

Agora, vamos diminuir a partição do Windows para criar a partição /usr. Clique em sda4 (em azul) e, em seguida, no botão “Redimensionar” 

EFI-duowin-custom009_1

Aceite as informações.

EFI-duowin-custom010_1

Escreva o novo tamanho no “New tamanho em MB” campo. Por exemplo 70000.

EFI-duowin-custom011_1

e clique no botão “OK“.

EFI-duowin-custom012_1

Aceite o aviso.

EFI-duowin-custom013_1

E você pode ver o espaço livre recém-criado. Selecione-o e clique no botão “Create“.

EFI-duowin-custom014_1

Defina o tamanho ao máximo, utilizando o botão “+” …

EFI-duowin-custom015_1

… e definir o “tipo de sistema de arquivo” para ext4 e o “Ponto de montagem” para /usr. Clique no botão “OK“.

EFI-duowin-custom016_1

Podemos verificar nesse screenshot que sda10 está corretamente montado em /usr e tem o tipo de sistema de arquivos a direita: ext4.

EFI-duowin-custom017_1

Por fim, verifique sempre que você tem o ESP (sda2 na captura de tela) montado em /boot /EFI. Se não, corrigi-lo com o botão “Mount“.

EFI-duowin-custom018_1

Até a próxima!

Comandos para atualizar o Fedora

DNFO Gerenciador de Pacotes do Fedora.

Para quem já utilizava o Fedora como sistema operacional, notou que após a instalação da versão 22, o gerenciador de pacotes YUM (Yellowdog Updater Modified) deixou de funcionar, isso ocorreu porque a equipe de engenheiros do Fedora passou a disponibilizar o DNF como o gerenciador de pacotes principal da distribuição.

Para todos que acompanham as novidades da distribuição, esta não é exatamente uma novidade, pois desde a versão 18 “SphericalCow” a equipe do Fedora vem disponibilizando o DNF para teste. Mas para aqueles que nunca utilizaram uma versão Linux em sua vida, acredito que devem estar se perguntando, mas o que é afinal um Gerenciador de Pacotes?

Nas distribuições mais robustas como o Fedora, a instalação de software é feita com um software denominado de Gerenciador de Pacotes. O Gerenciador de Pacotes do Fedora trabalha com arquivo de extensão RPM, que nada mais é do que um conjunto de arquivos binários compactados que compõe um determinado aplicativo, neste caso, o Gerenciador de Pacotes obtém os arquivos RPM dos repositórios (servidores online, CDs, DVDs, etc) resolvendo as dependências de instalação e por fim instalando o aplicativo em seu sistema. O YUM é o antigo gerenciador de aplicações do Fedora que a partir da versão 22, passa a ser substituído pelo DNF.

O DNF é um fork do YUM 3.4 e com a liberação da versão 1.0 do DNF chega à hora de ativá-lo no Fedora, com isso o YUM passa a não mais funcionar em uma instalação limpa do Fedora, porém é possível, em momento, instalá-lo e manter ambos ao mesmo tempo.
O grande motivo desta mudança é que o YUM não suporta o Python 3, além disso, a API está em situação irregular, o algoritmo de resolução de dependência está quebrado e existe a incapacidade de refatorar as funções internas no código do YUM. O DNF foi totalmente reescrito para que seja compatível com todas estas aversões apresentadas pelo YUM.

Uma das boas novidades do DNF é a resolução de dependências, ele apresentou melhor desempenho, menor consumo de memória e um “resolvedor de dependências” que resolve dentro do RPM também. Basicamente o DNF utiliza as mesmas sintaxes do YUM, porém em back-end ele usa algumas bibliotecas específicas, como a libsolv e a hawkey.

As especificações do DNF estão documentadas no site: Read the docs e todos os plug-insdo YUM estão sendo migrados para o DNF e atualmente a equipe do DNF está trabalhando em portar estes plug-ins populares do YUM para melhorar a experiência do usuário.

Os comandos existentes para o DNF são: autoremove, check-update, clean, distro-sync, downgrade, group, help, history, info, install, list, makecache, provides, reinstall, remove, repolist, repository-packages, search, updateinfo, upgrade e upgrade-to, podendo ser utilizados com as seguintes opções –allowerasing, –assumeno, –best, -C, –cacheonly, –disablerepo, –enablerepo>, -q, –quiet, -y, –assumeyes, etc. Obviamente aqui estão os mais comuns, para ter uma lista completa basta acessar a página de documentação do DNF.

Para instalar um pacote de aplicativo, utilizaremos a seguinte sintaxe:

dnf -y install nome_pacote

Para remover pacotes:

dnf -y remove nome_pacote

Agora mãos a obra, vamos iniciar o processo de configuração e a pós-instalação de nosso sistema operacional, para que possamos ter um sistema utilizável e com todos os recursos necessários para nosso dia a dia.

Efetuando a primeira atualização do Fedora.

A primeira tarefa a ser feita após instalar o Fedora é atualizá-lo para receber atualizações de segurança, correções de erros, novas versões dos pacotes e softwares mais recentes.

# Acesse o modo superusuário.
su

# Digite a sua senha de superusuário
Senha

# Digite o comando de atualização do sistema
dnf upgrade

Feito isso aguarde todo o processo de instalação da atualização, dependendo de sua conexão com a internet isso pode demorar bastante ou talvez quase nada.

Aconselho que após o processo de instalação, você efetue a reinicialização do sistema, pois esta atualização irá atualizar o Kernel de seu sistema Operacional e a única forma de subir as funcionalidades do novo Kernel é reiniciando o sistema.

A distribuição Fedora disponibiliza periodicamente novas atualizações, podendo chegar a serem diárias estas atualizações, dependendo da criticidade da correção, por este motivo deve-se efetuar este processo de atualização periodicamente.

M0009-004

Para efetuar atualizações de pacotes e do sistema

# verifica o que tem para atualizar 
dnf check-update 
# efetua a atualização 
dnf update -y 
# atualiza todos os pacotes do sistema 
dnf -y upgrade

Obs.:  não é necessário digitar as linhas que estão iniciadas pelo caractere “#”.

Referência: Guia Linux Fedora

Até a próxima!

Comandos para atualizar o Ubuntu

Como atualizar o Ubuntu manualmente.
     O comportamento padrão do sistema operacional detectar a necessidade de ser atualizado automaticamente.
 Contudo, suas configurações permitem mudar a constância ou a periodicidade da busca por atualizações no seu sistema.
     Se, por algum motivo qualquer, você precisa verificar se há necessidade de atualizar o seu sistema, usar a linha de comando é a forma mais eficiente de realizar este procedimento — e tudo pode ser feito em apenas 2 passos.
Como sincronizar o sistema com os repositórios.
     O primeiro passo, é sincronizar o seu sistema com os repositórios (definidos dentro do arquivo /etc/apt/sources.list).
Isto é feito com o seguinte comando:
 sudo apt update
Aguarde o término da execução e siga para o próximo passo.
Obs.: Lembrando que esse comando não atualiza o Kernel.
Como atualizar o sistema.
Finalmente, uma vez concluído o processo anterior, você já pode atualizar o sistema:
 sudo apt upgrade
 Ao contrário do que o nome pode sugerir, este comando não faz um upgrade da distro atual para outra mais nova. Ele apenas instala as atualizações disponíveis pros pacotes de software, já presentes, na sua atual versão do Ubuntu. Além disso geralmente não atualiza kernel.
Só para citar um exemplo, caso você tenha o Ubuntu 14.04 instalado, o parâmetro upgrade não vai instalar a versão 14.10 no seu computador — mas apenas as atualizações disponíveis para a versão do sistema que você estiver usando.

Obs.: O “apt-get upgrade” de ser utilizado sempre que você quer atualizar todos os pacotes para as versões mais recentes, só vai buscar as atualizações dos servidores, mirrors, sem atualizar nada (tem que dar um update primeiro para atualizar a informação sobre os pacotes).

O “apt-get dist-upgrade” esse faz uma atualização completa dos sistema incluindo a remoção de pacotes para que algum mais novo possa ser instalado. Esse atualiza inclusive o kernel. Sendo assim entre cim o comando.
apt-get dist-upgrade

Técnicamente é mais complexo, vou tentar explicar o que li no manual, basicamente a diferença é que um “apt-get upgrade” não fará a atualização se esta tiver que remover/atualizar outros pacotes, ao contrário o “apt-get dist-upgrade” faz as atualizações  fazendo as alterações com mais impacto (remover/atualizar outros pacotes).

Assumindo que só está usando os repositórios oficias, se não estiver mudando de versão de distribuição não deverá ser necessário nunca um dist-upgrade.

Até a próxina!

Obtendo informações do Sistema

Por vezes nos deparamos com a necessidade de obtermos um relatório completo sobre nosso sistema, seja a nível de hardware como também de software (sistema operacional).

Acompanha o Ubuntu por padrão o aplicativo HAL Device Manager que pode ser acessado em Sistema > Preferências > Informações de Hardware. Embora oHAL seja muito completo, suas informações são mais técnicas do que realmente necessitamos, além do fato de não ser possível a emissão de relatórios com estas informações.

Sendo assim veremos aqui que com a instalação de uns simples pacotes adicionais podemos ter estas informações de forma simples, rápida e através de relatórios em formato HTML que poderemos facilmente enviar para algum amigo ou pedido de suporte, ou mesmo publicar na web.

Em Modo Texto

Conforme veremos agora, a obtenção de informações do nosso sistema e inclusive a emissão de relatórios HTML, podem ser rápido e facilmente realizados via linha de comando em um terminal, fazendo uso da ferramenta chamada lshw.

Instalando

Assim como em muitas outras distribuições, o Ubuntu já possui o lshw previamente instalado, porém se por algum motivo sua versão não tenha o pacote instalado basta executar no terminal o comando abaixo para obter o mesmo.

sudo aptitude install lshw

Obtendo as informações necessárias

Para obter as informações completas disponibilizadas por esta ferramenta sobre sua máquina basta digitar no console ou em um terminal o comando abaixo.

sudo lshw

Como uma extensa lista de informações será emitida, podemos facilitar as coisas de modo a emitir uma página por vez fazendo uso do | (pipe) junto ao comando less. Desta forma poderemos navegar pelas informações usando as teclas Page-Up e Page-Down, sendo que para sair usamos a tecla q de quit.

sudo lshw |less

Emitindo relatórios das informações

O lshw pode gerar relatórios tanto em formato HTML como em XML, bastando para isso apenas informar junto ao comando o formato e o arquivo de saída desejado conforme abaixo veremos.

Para gerar um relatório em formato HTML execute:

sudo lshw -html > /diretorio/nomedoarquivo.html

Para gerar um relatório em formato XML execute:

sudo lshw -xml > /diretorio/nomedoarquivo.xml

Dicas e maiores informações

Abaixo veremos algumas alternativas de uso do lshw, sendo que para maiores detalhes consulte o manual do mesmo com o comando man lshw ou a documentação presente no próprio site do desenvolvedor.

  1. Obtendo informações em modo compacto (resumido):

     sudo lshw -short
  2. Listando as propriedades dos discos e controladores do sistema:

     sudo lshw -class disk -class storage
  3. Listando as propriedades das interfaces de rede:

     sudo lshw -class network
  4. Listando as propriedades de vídeo do seu sistema:

     sudo lshw -class display

Em Modo Gráfico

Assim como em modo texto conforme já visto, também podemos fazer uso de ferramentas com este propósito em modo gráfico, sendo que para tal veremos agora o uso do próprio lshw em sua versão GTK (lshw-gtk), do HardInfo, excelente por sinal, e também do Sysinfo.

lshw-gtk

O lshw-gtk é uma GUI desenvolvida em GTK que faz uso da mesma biblioteca do lshw para detectar e listar os dados do seu sistema, fornecendo exatamente as mesmas informações porém de forma mais apresentável mais sem a possibilidade de emissão de relatórios.

Instalando

Para instalar o lshw-gtk é necessário habilitarmos o repositório universe, e posteriormente executar em um terminal o comando abaixo.

sudo aptitude install lshw-gtk

Usando o lshw-gtk

Ao instalar o lshw-gtk automaticamente não será incluído nenhum item de menu ou lançador para o mesmo, embora isso não signifique que você não possa faze-lo manualmente. Mais de qualquer forma podemos facilmente executar o aplicativo digitando no terminal o seguinte comando.

sudo lshw-gtk &

Conforme podemos ver nas imagens abaixo, o lshw-gtk possui uma interface extremamente limpa e simples, bastando com duplos-cliques nos itens a esquerda da tela para exibir a direita as informações correspondentes.

lshw-gtk2 lshw-gtk3

HardInfo

O HardInfo é um ótimo aplicativo usado para obter informações detalhadas sobre seu hardware e o sistema operacional, fazer testes de benchmarks e emitir relatórios tanto em formato HTML como texto simples.

Instalando

Assim como o lshw-gtk, basta em um terminal executar o comando abaixo para instala-lo.

sudo apt-get install hardinfo

Usando o HardInfo

Após instalação do hardinfo o mesmo poderá ser encontrado para execução no menu Aplicações > Ferramentas do Sistema > Hardinfo. Uma tela semelhante a imagem abaixo será apresentada, bastando navegar pelas diversas opções para obter as informações necessárias e desejadas.

hardinfo1

Para emitir um relatório do sistema basta clicar no botão Generate Report e uma tela semelhante a da imagem abaixo será exibida. Selecione as opções que deseja emitir, sendo que por default todas estarão selecionadas, e clique no botão Generate para que o relatório seja gerado.

hardinfo2

Sysinfo

Com este programa conseguimos ter informações gerais do micro com mais facilidade como, Placa Mãe (vídeo, som, rede, USB caso for onboard), Processador, Memória, HD, CD-ROM, Placa de Vídeo, etc.

Instalando

Para instala-lo, vá no menu Aplicações > Adicionar/Remover, procure por sysinfo e selecione o mesmo, clicando posteriormente em Aplicar Mudanças, ou simplesmente em um terminal digite a comando abaixo.

sudo aptitude install sysinfo

Observe que conforme o lshw-gtk, também é necessário ter habilitado o repositório Universe para instalar este pacote.

Usando o Sysinfo

Para executar o sysinfo, você irá encontrá-lo em Aplicações > Ferramentas do Sistema > Sysinfo. O Sysinfo possui uma interface muito simples e agradável, bastando selecionar a esquerda qual hardware se deseja as informações. Veja abaixo algumas telas do programa demonstrando sua funcionalidade com algumas informações do hardware.

Abaixo mostrando o modelo do processador em detalhes:

sysinfo_tela01

Exibindo o modelo da Placa de Vídeo GeForce (nVIDIA), com um detalhe, tem uma opção de entrar na configuração da placa de vídeo clicando em NVIDIA Display Settings, nos levando a próxima tela.

sysinfo_tela02

sysinfo_tela03

Obs.: Lembrando que esses programas acima citados foram instalados no Ubuntu.

Créditos: http://wiki.ubuntu-br.org/ObtendoInformacoesDoSistema

Até a próxima!